A Alelo, empresa referência em benefícios, gestão de despesas corporativas e incentivos, líder de mercado, em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), divulga os resultados do estudo Alelo-Fipe referentes a julho de 2025. O levantamento apresenta os Índices de Consumo em Supermercados (ICS) e em Restaurantes (ICR), que acompanham mensalmente o comportamento das transações em todo o Brasil. Na comparação anual, os supermercados registraram crescimento de 15,5% no valor movimentado, enquanto os restaurantes avançaram 17%, impulsionados principalmente pelo aumento do valor médio por transação.
Os dados mais recentes indicam que o consumo segue demonstrando fôlego, ainda que limitado por restrições do lado financeiro das famílias. De um lado, a manutenção de um mercado de trabalho aquecido — com a taxa de desocupação em 5,8% no trimestre encerrado em junho, mínima da série — sustenta a renda e a circulação nos dois segmentos. Além disso, a inflação permanece moderada e os alimentos voltaram a registrar queda em julho (IPCA de 0,26% no mês; alimentação e bebidas: -0,27%), fator que tende a aliviar o orçamento das famílias e favorecer as compras do dia a dia. Por outro lado, as condições de crédito continuam restritivas: o Copom manteve a Selic em 15,0% ao ano no fim de julho, ao mesmo tempo em que o endividamento e a inadimplência seguiram elevados (78,5% das famílias endividadas e 30,0% com contas em atraso, segundo a PEIC/CNC), o que limita a conversão da renda em volume de transações, especialmente entre as faixas de menor poder aquisitivo.
Índice de Consumo em Supermercados (ICS)
- Entre junho e julho de 2025*, os supermercados registraram um aumento de 1,5% no número de transações efetivadas, acompanhado por um incremento de 0,8% no valor total das transações nos estabelecimentos. No mesmo período, houve um recuo de 0,7% no valor médio por transação nos estabelecimentos.
- Na comparação entre julho de 2024 e julho de 2025, por sua vez, observou-se uma elevação de 5,2% no volume de transações, além de uma alta de 15,5% no valor total movimentado no segmento. Esse desempenho positivo no consumo se deveu, em boa medida, ao aumento observado de 9,8% no valor médio por transação.
- No balanço parcial do ano até julho, os resultados do ICS apontam para uma elevação de 4,4% no número de transações, acompanhada por um crescimento de 13,1% no faturamento nominal em relação ao mesmo período de 2024. O valor médio por transação contribui para o crescimento na mesma base comparativa (+8,3%).
- Considerando os últimos 12 meses**, o volume de transações foi 7,5% superior ao registrado no período anterior, enquanto o valor transacionado cresceu 16,8%, também apoiado no valor médio por transação (+8,7%).
- De acordo com o IPCA/IBGE, os preços da alimentação no domicílio registraram um recuo médio de 0,7% em julho de 2025. Com isso, a inflação acumulada por esse subgrupo nos últimos 12 meses foi de 7,1%.
Índice de Consumo em Restaurantes (ICR)
- Comparando-se junho e julho de 2025*, o número de transações em restaurantes avançou 2,0%, enquanto o valor transacionado cresceu 4,8%. O valor médio por transação contribuiu para isso, com um aumento de 2,8%.
- Em relação a julho de 2024, houve um incremento de 0,4% no volume de transações, enquanto o valor nominal das vendas avançou 17,0%, resultado atribuído ao crescimento de 16,6% no valor médio por transação.
- No balanço parcial do ano até julho, o número de transações apresentou uma queda de 1,9%. Já o valor movimentado pelo segmento cresceu 13,4%, impulsionado pelo aumento de 15,6% no valor médio por transação.
- Nos últimos 12 meses**, o volume de transações acumulou alta de 2,3%, ao passo que o faturamento nominal subiu 17,0%. O valor médio por transação também teve crescimento relevante, com avanço de 14,3% no período.
- Segundo o IPCA/IBGE, os preços da alimentação fora do domicílio registraram um aumento médio de 0,9% em julho de 2025. Com isso, a variação média dos preços desse subgrupo passou a ser de 8,3% em 12 meses.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO E IBGE. NOTAS: (*) VARIAÇÕES DOS ÍNDICES DE CONSUMO COM AJUSTE SAZONAL. (**) VARIAÇÕES CALCULADAS EM RELAÇÃO O MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO E IBGE. ÍNDICES CALCULADOS COM BASE 100 = JANEIRO/2020. NOTAS: (*) VARIAÇÕES DOS ÍNDICES DE CONSUMO COM AJUSTE SAZONAL. (**) VARIAÇÕES CALCULADAS EM RELAÇÃO O MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO E IBGE. ÍNDICES CALCULADOS COM BASE 100 = JANEIRO/2020. NOTAS: (*) VARIAÇÕES DOS ÍNDICES DE CONSUMO COM AJUSTE SAZONAL. (**) VARIAÇÕES CALCULADAS EM RELAÇÃO O MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO. VARIAÇÕES CALCULADAS ENTRE AS MÉDIAS DOS ÍNDICES EM CADA ANO.
NOTA: (*) CONSIDERA COMO REFERÊNCIA OS ÚLTIMOS 12 MESES ENCERRADOS EM JULHO/2025.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO SOBRE TRANSAÇÕES COM BENEFÍCIO ALIMENTAÇÃO E BENEFÍCIO REFEIÇÃO.
NOTA (*): UNIDADES FEDERATIVAS COM AMOSTRA REDUZIDA, SUJEITAS A MAIOR VOLATILIDADE NOS INDICADORES.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO SOBRE TRANSAÇÕES COM BENEFÍCIO ALIMENTAÇÃO E BENEFÍCIO REFEIÇÃO.
NOTA (*): UNIDADES FEDERATIVAS COM AMOSTRA REDUZIDA, SUJEITAS A MAIOR VOLATILIDADE NOS INDICADORES.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO SOBRE TRANSAÇÕES COM BENEFÍCIO ALIMENTAÇÃO E BENEFÍCIO REFEIÇÃO.
NOTA (*): UNIDADES FEDERATIVAS COM AMOSTRA REDUZIDA, SUJEITAS A MAIOR VOLATILIDADE NOS INDICADORES.
ELABORAÇÃO: FIPE, COM BASE EM DADOS DA ALELO SOBRE TRANSAÇÕES COM BENEFÍCIO ALIMENTAÇÃO E BENEFÍCIO REFEIÇÃO.
NOTA (*): UNIDADES FEDERATIVAS COM AMOSTRA REDUZIDA, SUJEITAS A MAIOR VOLATILIDADE NOS INDICADORES.
Fonte: Assessoria







