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Inovação

Produção de alimentos como ciência

Postado em 24 de outubro de 2018

Quando pensamos em uma refeição, imaginamos de pronto algo saboroso e farto em uma mesa. Mas que caminho percorre esse alimento até chegar ao seu destino? Como é o início do processo?

É da terra que temos a origem da maioria daquilo que nos alimenta. Tanto a agricultura quanto o agricultor costumam sugerir uma ideia um tanto estereotipada. Mas existe uma ciência por trás de todo cultivo. De um país que até algumas décadas atrás ainda dependia da importação de alimentos básicos para uma nação, agora é um dos maiores produtores de grãos, frutas e carnes. Tudo isso devemos à inovação e à ciência grandes progressos.

Transformar solos ácidos e pobres em campos férteis de cultivo, foi um dos grandes avanços que tivemos. Assim, com o aumento de produtividade e preocupação com manutenção sustentável, foi possível garantir a qualidade dos alimentos e o desenvolvimento da economia. A abundância de possibilidades, de cultivos diversos e a valorização de uma nutrição rica para os brasileiros são alguns destes benefícios.

A tecnologia no uso de novos maquinários, nanotecnologia, biotecnologia, tecnologias da informação e comunicação (TICs), aliada ao desenvolvimento de defensivos, fertilizantes, técnicas de cultivo, fortificação de alimentos, pesquisa científica e diminuição de perdas na distribuição, são exemplos que temos de como o desenvolvimento tecnológico opera a favor da produção de alimentos no Brasil. Aplicativos de commodities agrícolas, serviços meteorológicos e drones também agregam as possibilidades que podem ser usadas atualmente no campo, repelindo a ideia de um trabalhador com sua enxada, que não corresponde à toda realidade.

Ao pensarmos no aumento da população – que até 2050 deverá ter cerca de 9,8 bilhões de pessoas no mundo, segundo estimativa da ONU -, os desafios de mudanças climáticas e a limitação de áreas de plantio se tornam ainda maiores. Desta forma, é fundamental que a tecnologia se adeque e proponha soluções inovadoras para que a produção acompanhe esse crescimento de forma sustentável e eficiente. A transformação do Cerrado, área antes infértil, desvalorizada e pouco povoada, em importante área de cultivo, foi uma enorme mudança, que acabou por refletir na economia e na proteção de áreas como da Mata Atlântica. Norman Borlaug, engenheiro agrônomo norte-americano e Nobel da Paz, se impressionou com o milagre do cerrado brasileiro e o chamou de “Segunda Revolução verde”.

Com grandes casos de sucesso e um crescimento a frente de todos os países do mundo, amparado pela ciência e tecnologia, o Brasil é, atualmente, um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, e segundo uma projeção da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), o país será o líder em exportação agrícola em 2024.

Assim, produção de alimentos no campo não só é a origem e a base de toda a cadeia de nutrição do Brasil, como também é importante e fundamental fonte de renda, empregabilidade e riqueza do nosso país. Uma área onde desenvolvimento científico e práticas inovadoras contribuem para que cada vez mais o alimento chegue a todos, com qualidade e eficiência.

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