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Nanica: como uma torta artesanal virou um fenômeno nacional

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A combinação de banana, doce de leite e chantilly sempre teve seu apelo, mas foi a Nanica que transformou essa sobremesa em um símbolo de sucesso no mercado brasileiro. Criada em 2018, a rede ajudou a popularizar a banoffee e, em poucos anos, se tornou uma referência no segmento de cafeterias e sobremesas — tanto pelo produto quanto pelo modelo de negócio.

Da viela à franquia

A história começou de forma modesta: Leonardo Macedo e Tito Barcellos, dois curitibanos apaixonados por gastronomia, decidiram apostar em uma receita caseira para empreender. O incentivo final veio do artista Tiago Abravanel, que após provar a banoffee nos bastidores de um show, sugeriu levar a ideia a São Paulo. Pouco tempo depois, ele se tornaria sócio e embaixador da marca.

Com apenas R$ 13 mil, os fundadores abriram uma loja de 40 m² em uma viela na Rua Augusta. A produção era totalmente artesanal e, no fim do dia, o que sobrava era oferecido gratuitamente na calçada. “Foi nossa primeira ação de marketing”, relembra Thais Costa, atual CEO da marca. “O objetivo era que as pessoas provassem, não o lucro imediato.”

A estratégia deu certo. Influenciadores e celebridades começaram a frequentar a loja, postando sobre a torta nas redes. Em poucos dias, os seguidores nas redes sociais saltaram de 2.000 para 70.000, junto com longas filas na porta.


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