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Tecnologia – o futuro no setor da alimentação

Postado em 30 de outubro de 2020

O cenário pandêmico trouxe ao setor de alimentos uma nova era digital. Vivemos em ciclos econômicos que tendem a ditar o ritmo das inovações e esse ano mostrou que as empresas que não estavam atentas as tendências, usufruindo da agilidade tecnológica, não se sobressaíram. No entanto, as empresas que tiveram bons resultados durante a pandemia se preparam para esse momento, previamente, para um mundo mais digital.

Alguns anos de inovações foram antecipados em poucos meses e o setor de alimentos teve que se desdobrar para colocar os produtos à venda em marketplaces, aplicativos e delivery de supermercados. As empresas montaram suas lojas virtuais em semanas e o varejo estruturou seu delivery em dias, assim como os restaurantes que eram céticos ao delivery, acabaram aderindo como forma de sobrevivência.

O setor que era coadjuvante na venda digital passou a ser essencial em todos os lugares. Segundo a ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o volume de pagamento semanal durante a quarentena cresceu 150%, um recorde de novos negócios online que surgiu em tão pouco tempo. Contudo, o ponto crucial é que quem de fato não deixou de fazer a lição de casa nos últimos anos conseguiu, sem surpresa, aproveitar a mudança do mercado que veio para ficar.

Preparar o terreno, começando pelo básico como conhecer verdadeiramente os clientes, não idealizar promessas fora de alcance da organização e atuar com autenticidade, são requisitos primordiais para se pensar em inovação. Isso porque ser diferente e protagonista exige, antes de tudo, estabilidade e segurança de atuação. Empresas com esse perfil conseguem mudar a rota de maneira rápida, adaptando estratégias e reafirmando conceitos e posturas que são intrínsecos a sua forma de atuação e sobrevivem em qualquer cenário. Mais do que nunca o planejamento se mostrou de suma importância, pois não foram poucos os casos em que anos precisaram virar meses ou dias.

O ano de 2020 despertou, de forma impositiva ou não, a necessidade de muitas vezes se reinventar, redescobrir ou até mesmo simplesmente começar. Não é preciso ir a fundo para perceber quantos novos negócios surgiram durante a pandemia. E em todos esses cenários, o universo online está à disposição como a ferramenta do século para quem quiser e souber explorá-la. Peter Drucker diz que a causa mais comum do fracasso é a incapacidade ou a falta de vontade de mudar diante das exigências de uma nova posição.

Acredito muito que deixar os pilares básicos da empresa bem estruturados, por exemplo, pilares que sustentem movimentos rápidos e inesperados a qualquer crise, é o primeiro passo para a inovação e que ela é a chave para um mundo em que os clientes estão em busca do “diferente”. Crises são vivenciadas diariamente, em maiores ou menores proporções, e cabe a empresa decidir de que maneira enfrentar e aguentar. As que preferem a estagnação estão condenadas a desaparecer.

Enrico Milani é CEO da Vapza Alimentos

Foto: reprodução

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