Já imaginou fazer um pagamento apenas posicionando a palma da mão sobre um sensor? Essa cena futurista já começou a se tornar realidade no Brasil. A Cielo, em parceria com a Ingenico, iniciou os testes da tecnologia Palm Vein, que dispensa cartões, celulares ou carteiras digitais: basta a palma da mão.
Onde os testes estão acontecendo?
O piloto foi realizado em uma lanchonete dentro da sede da Cielo, em Barueri (SP), conduzido pelo hub de inovação da empresa, o Garagem. O objetivo é avaliar a viabilidade do método em ambientes reais de consumo.
Como funciona a tecnologia?
A solução utiliza sensores de luz infravermelha que capturam o padrão único das veias da palma da mão — uma espécie de “assinatura vascular” impossível de ser replicada. Essa tecnologia, chamada PalmSecure, foi desenvolvida pela Fulcrum Biometrics (Fujitsu) e está sendo integrada com os terminais da Ingenico.
Durante o teste, os consumidores cadastraram seus dados e realizaram pagamentos com cartões Visa e Mastercard por meio da palma da mão, sem qualquer outro dispositivo.
Por que isso é relevante para o foodservice?
Com a crescente busca por experiências mais fluídas, seguras e sem contato, principalmente em locais de alto fluxo como cafeterias, lanchonetes e redes de fast food, a biometria da palma pode representar uma revolução nos meios de pagamento. Ela oferece:
- Agilidade na finalização das compras
- Segurança avançada contra fraudes
- Conveniência para quem esqueceu o cartão ou o celular
O que está sendo avaliado?
Além do funcionamento técnico, a Cielo quer entender como os consumidores reagem à novidade e como o varejo pode se adaptar. Essa fase é uma prova de conceito (PoC) que pretende validar hipóteses sobre o uso da biometria no dia a dia do varejo.
Fonte: Assessoria








