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17 marcas de azeite vetadas pelo governo em 2025; veja a lista

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Até junho deste ano, 12 marcas de azeite de oliva haviam sido desclassificadas por fraude, e outras cinco foram proibidas de circular no Brasil. Na última sexta-feira (6), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizaram a lista de produtos que devem ser retirados das prateleiras.

De acordo com o Mapa, a desclassificação ocorreu após a detecção de outros óleos vegetais misturados ao azeite, o que caracteriza fraude. A comercialização desses produtos é considerada infração grave, e os estabelecimentos que continuarem vendendo podem ser responsabilizados.

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Azeites desclassificados

Segundo o relatório divulgado, os produtos abaixo foram identificados com irregularidades e devem ser desclassificados:

A Anvisa também considerou irregulares outras quatro marcas que estavam sendo vendidas no país:

  • Quintas D’Oliveira
  • Alonso
  • Escarpas de Oliveira
  • Almazara

“Os consumidores não devem utilizar esses produtos. Como se trata de alimentos com origem desconhecida, não é possível garantir a qualidade e a composição”, alertou a agência.

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Azeites proibidos em 2025

Neste ano, a Anvisa determinou a proibição das marcas Santorini e La Ventosa, por irregularidades nos CNPJs informados nos rótulos — o que indica origem desconhecida dos produtos.

A nova atualização, divulgada na última sexta-feira (6), acrescentou três novas marcas à lista de azeites proibidos:

  • SERRANO – importadora Intralogística Distribuidora Concept Ltda. (CNPJ: 72.726.474/0002-07)
  • MÁLAGA – importadora Cunha Importação e Exportação Ltda. (CNPJ: 34.365.877/0001-06)
  • CAMPO OURIQUE – importadora JJ Comercial de Alimentos Ltda. (CNPJ: 37.815.395/0001-90)

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(lista conforme o Mapa e a InfoMoney)

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O que fazer se comprou um desses azeites

O Mapa recomenda que os consumidores interrompam imediatamente o uso dos produtos e solicitem a substituição no estabelecimento onde foram adquiridos, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

Denúncias sobre a venda desses azeites podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR, informando o nome e o endereço do local. O ministério reforça a importância de verificar os rótulos e conferir os dados da empresa responsável, pois há casos de uso indevido de nomes semelhantes a marcas conhecidas.

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Fonte: InfoMoney

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