Até junho deste ano, 12 marcas de azeite de oliva haviam sido desclassificadas por fraude, e outras cinco foram proibidas de circular no Brasil. Na última sexta-feira (6), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizaram a lista de produtos que devem ser retirados das prateleiras.
De acordo com o Mapa, a desclassificação ocorreu após a detecção de outros óleos vegetais misturados ao azeite, o que caracteriza fraude. A comercialização desses produtos é considerada infração grave, e os estabelecimentos que continuarem vendendo podem ser responsabilizados.
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Azeites desclassificados
Segundo o relatório divulgado, os produtos abaixo foram identificados com irregularidades e devem ser desclassificados:
A Anvisa também considerou irregulares outras quatro marcas que estavam sendo vendidas no país:
- Quintas D’Oliveira
- Alonso
- Escarpas de Oliveira
- Almazara
“Os consumidores não devem utilizar esses produtos. Como se trata de alimentos com origem desconhecida, não é possível garantir a qualidade e a composição”, alertou a agência.
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Azeites proibidos em 2025
Neste ano, a Anvisa determinou a proibição das marcas Santorini e La Ventosa, por irregularidades nos CNPJs informados nos rótulos — o que indica origem desconhecida dos produtos.
A nova atualização, divulgada na última sexta-feira (6), acrescentou três novas marcas à lista de azeites proibidos:
- SERRANO – importadora Intralogística Distribuidora Concept Ltda. (CNPJ: 72.726.474/0002-07)
- MÁLAGA – importadora Cunha Importação e Exportação Ltda. (CNPJ: 34.365.877/0001-06)
- CAMPO OURIQUE – importadora JJ Comercial de Alimentos Ltda. (CNPJ: 37.815.395/0001-90)
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O que fazer se comprou um desses azeites
O Mapa recomenda que os consumidores interrompam imediatamente o uso dos produtos e solicitem a substituição no estabelecimento onde foram adquiridos, conforme o Código de Defesa do Consumidor.
Denúncias sobre a venda desses azeites podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR, informando o nome e o endereço do local. O ministério reforça a importância de verificar os rótulos e conferir os dados da empresa responsável, pois há casos de uso indevido de nomes semelhantes a marcas conhecidas.
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Fonte: InfoMoney







