A Bom Princípio Alimentos, fundada em 1996 no Vale do Caí (RS), tem como símbolo de sua trajetória um doce típico da cultura gaúcha: a chimia. Produzida a partir da polpa de frutas como abóbora, goiaba e morango, a chimia não só deu origem à empresa, como ainda representa 14% do faturamento anual.
Com mais de 500 produtos no portfólio – que vão de geleias e doce de leite até conservas e linhas voltadas para o food service –, a empresa faturou cerca de R$ 200 milhões em 2024 e já projeta alcançar a marca de R$ 1 bilhão até 2032.
Segundo Alexandre Jacó Ledur, cofundador e presidente da companhia, o plano é crescer em torno de 25% ao ano, mantendo a essência de empresa familiar, sem abrir espaço para investidores externos. Metade da receita vem do varejo, com marcas próprias como Bom Princípio, Bia Cream e Encosta Gaúcha, e a outra metade do food service, segmento que já levou os produtos da marca para países como Uruguai, Paraguai, Chile, Estados Unidos e República Dominicana.
Além disso, a Bom Princípio também atua como fabricante para outras empresas, entre elas a Santa Clara, a Rich’s do Brasil e a Marquespan Alimentos, reforçando sua presença dentro e fora do Brasil.
A história mostra como a tradição regional pode se transformar em estratégia de diversificação e internacionalização, consolidando a empresa como uma das grandes forças do setor de alimentos no país.
📎 Esta matéria foi publicada originalmente no AgFeed.
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