Mais de 80% do volume produzido pela Unilever Brasil já é fabricado com energia limpa e renovável. Com fábricas movidas a biometano e biomassa, a operação brasileira conseguiu reduzir suas emissões em 83% entre 2015 e 2024, superando a média global da companhia, que foi de 72% no mesmo período.
A empresa tem a meta global de alcançar a redução de 100% das emissões absolutas em todas as operações (Escopo 1 e 2) até 2030. Com a transição energética em suas quatro maiores fábricas no Brasil, a Unilever deixa de emitir cerca de 45 mil toneladas de CO2 por ano, o equivalente a 81 mil viagens de carro entre São Paulo e Rio de Janeiro.
Em outubro, a fábrica de Valinhos (SP), onde são produzidos sabonetes Dove, Lux e Rexona, passou a operar no mercado livre de biometano, substituindo o uso de combustíveis fósseis. Após contrato firmado com a Edge, empresa do grupo Cosan, a unidade zerou as emissões do seu processo produtivo. Já em Vinhedo (SP), a unidade que fabrica shampoos Seda e TRESemmé substituiu o gás natural por biometano fornecido pela Ultragaz, zerando as emissões da caldeira industrial que abastece todo o processo produtivo em junho de 2025.
Em ambos os casos, o biometano é produzido a partir da decomposição de resíduos orgânicos em aterros sanitários. Assim, contribui duplamente para o enfrentamento da crise climática: além de ser uma fonte de energia limpa e renovável, evita a liberação do metano (CH4), um gás até 80 vezes mais nocivo para o meio ambiente do que o dióxido de carbono (CO2).
Outras fábricas também avançaram na descarbonização. Em Pouso Alegre (MG), desde 2023, a fábrica de alimentos utiliza um biodigestor que transforma resíduos orgânicos gerados pelo processo produtivo em biogás. Já em Indaiatuba (SP), a maior fábrica de sabão em pó do mundo, a energia vem de eucalipto certificado em sua própria planta de biomassa, garantindo o abastecimento sustentável para a produção de marcas como OMO e Brilhante.
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Fonte: Assessoria







