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JBS registra receita recorde no 3º trimestre de 2025 e reforça estratégia global de crescimento

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, encerrou o terceiro trimestre de 2025 com um desempenho robusto e disseminado por todas as suas unidades de negócio. A companhia alcançou receita líquida recorde de US$ 22,6 bilhões, um avanço de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a consistência de sua estratégia multiproteína e presença global.

O CEO Global, Gilberto Tomazoni, destacou que os resultados confirmam a disciplina, a agilidade e a resiliência da JBS em diferentes ciclos de mercado. Segundo ele, o modelo multiproteína e multigeográfico é a base que garante estabilidade operacional e capacidade de gerar valor contínuo ao longo dos anos.

No trimestre, a empresa registrou lucro líquido de US$ 581 milhões, enquanto o EBITDA ajustado somou US$ 1,8 bilhão, com margem consolidada de 8,1%. A alavancagem permaneceu alinhada ao plano estratégico, encerrando o período em 2,39 vezes.

Desempenho por região

América do Norte (EUA) – A JBS Beef North America atingiu receita recorde de US$ 7,2 bilhões, mesmo diante da oferta restrita de gado e dos preços historicamente elevados. As operações da Pilgrim’s Pride (frango) e da JBS USA Pork (suínos) também tiveram trimestres sólidos, sustentando margens de 16,2% e 9,8%, respectivamente, impulsionadas pela eficiência e pela demanda crescente por produtos de marca e itens preparados.

Brasil (Seara e Friboi) – No mercado brasileiro, a Friboi registrou mais um trimestre consistente tanto no mercado interno quanto nas exportações, mantendo sua liderança e reconhecimento entre os consumidores. Já a Seara alcançou o maior volume de exportações de sua história e uma margem EBITDA de 13,7%. O desempenho foi impulsionado pela capacidade de redirecionamento comercial, pela inovação em linhas como Seara Protein e produtos para AirFryer, além de parcerias estratégicas como a colaboração com a Netflix.

Austrália – No país oceânico, o segmento de carne bovina foi o principal motor de crescimento, atingindo margem EBITDA de 11,4%. A performance foi favorecida pela maior disponibilidade de gado e pela forte demanda internacional, fatores que compensaram o aumento dos custos.

Tomazoni concluiu reforçando que a JBS segue preparada para capturar o crescimento da demanda global por proteína, apoiada em seu portfólio diversificado, capacidade de execução e visão estratégica de longo prazo.

Fonte: agrimidia

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TAGS: JBS, receita.