Se você comparar as prateleiras de refrigerantes de hoje com as de décadas atrás, vai perceber como o cenário mudou — poucas marcas clássicas, como Coca-Cola e Guaraná Antarctica, continuam dominando o espaço.
A matéria relembra o sucesso de refrigerantes como Grapette, Gini, Crush e Mirinda, que foram populares entre os anos 1980 e 1990, mas acabaram perdendo força no Brasil.
Segundo a Exame, o principal motivo foi a concentração do mercado nas mãos de grandes multinacionais, como Coca-Cola e PepsiCo, que ampliaram sua presença e competitividade, dificultando a sobrevivência de marcas menores ou regionais.




O conteúdo também mostra que, embora algumas dessas marcas ainda existam em outros países ou tenham voltado em versões pontuais, elas não conseguiram manter relevância no mercado brasileiro diante das mudanças da indústria e do consumo.







