Tradicionais frases como “leva uma blusa”, “hora de almoçar” ou “come tudo pra ficar forte” fazem parte do repertório de diferentes gerações de brasileiros. Repetidas ao longo da infância, elas ganham novo significado com o tempo, deixando de ser apenas orientações do dia a dia para se consolidarem como expressões de cuidado e, muitas vezes, de afeto traduzido em comida.
É a partir desse território simbólico que se constrói a campanha de Dia das Mães de Fugini. Com o mote “Mãe falou, tá falado”, a marca propõe um deslocamento na dinâmica tradicional da data ao inverter papéis: em vez de serem servidos, filhos assumem o preparo de um almoço especial como forma de retribuir, ainda que de maneira simples, o cuidado recebido ao longo da vida.
A iniciativa se materializa em uma ação com creators, que desenvolvem conteúdos autorais centrados nesse gesto. Nomes como Rafael Camatta, Diego Assalve, @chefjoão, Isaac Amendoim, Poliana Cota, Suellen Baumann, Vitor Brunow, Chef Ugo César, Daniela e Nilza apresentam diferentes interpretações do momento, explorando desde receitas práticas até narrativas pessoais que conectam memória e afeto.
Para reforçar esse cenário, Fugini desenvolveu um press kit que acompanha a proposta da campanha. Além de produtos do portfólio, o envio inclui pratos e sousplats personalizados, elementos que ampliam o simbolismo da mesa posta e destacam o momento da refeição como espaço de encontro e celebração.
Ao conectar memória afetiva, praticidade e gesto, a campanha se insere em um movimento mais amplo de ressignificação da cozinha doméstica, que passa a ser menos sobre complexidade e mais sobre intenção. No Dia das Mães, essa mudança se traduz em uma pergunta simples e cada vez mais presente: como transformar o cuidado em ação?







