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Moving alcança 10 mil PDVs e projeta crescer 100% em 2026

Em dois anos de operação, Moving chega a 10 mil pontos de venda e acelera expansão no varejo

Com distribuição em grandes redes, marca aposta em experimentação para consolidar bebidas funcionais no consumo cotidiano e projeta crescimento de 100% em 2026

Em dois anos de operação, a Moving saiu de uma proposta incipiente para estar em 10.000 pontos de venda, crescendo no mesmo período em que o mercado de bebidas funcionais se expande rapidamente. Criada para unir hidratação e aporte nutricional, a marca ganhou tração ao inovar, lançando a primeira bebida gaseificada proteica do Brasil e o primeiro suco proteico com prebióticos do mundo, posicionando a categoria como alternativa prática ao consumo diário. No Brasil, o mercado fitness já movimenta cerca de R$ 8 bilhões por ano, sinalizando demanda local por produtos saudáveis e convenientes; globalmente, a Mordor Intelligence projeta crescimento anual próximo de 7,5% entre 2025–2030, indicando um cenário favorável para a escala da Moving e para a rápida adoção dessas soluções no varejo.

O avanço da marca acontece em um contexto de mudança de comportamento do consumidor, cada vez mais orientado por conveniência e bem‑estar, tendência que favorece bebidas funcionais. Globalmente, estimativas apontam forte expansão: segundo a Business Research Insights, o mercado deve crescer cerca de US$ 222,9 bilhões em 10 anos, chegando a movimentar US$ 371 bilhões em 2034. Mais do que surfar essa tendência, a Moving tem estruturado sua estratégia para capturar essa demanda no ponto de venda, aproximando o produto da rotina de compra e acelerando a adoção.

Seus produtos estão em mais de 20 redes de supermercados e mais de 10 redes de farmácias, incluindo Carrefour, OXXO, Atacadão, Zaffari, Drogasil, Droga Raia e Drogaria São Paulo. Essa capilaridade não é apenas sinal de distribuição eficiente: é estratégia. Ao colocar bebidas funcionais onde o consumidor faz compras rotineiras, a marca reduz a barreira entre curiosidade e adoção e facilita compras por impulso no dia a dia, não apenas em lojas especializadas. Nesse cenário, a venda digital também ganha espaço, hoje representa cerca de 10% do total da categoria, e tem sido usada para escala e retenção, com ofertas e clubes que facilitam a repetição de compra.

O portfólio da Moving mistura isotônicos proteicos, energéticos, bebidas proteicas gaseificadas e sucos proteicos prebióticos. As fórmulas privilegiam baixa caloria e redução de açúcares, ao mesmo tempo em que incluem ativos funcionais como eletrólitos, BCAAs e vitaminas. A proposta agrada tanto a quem busca desempenho esportivo quanto a quem procura alternativas de bem‑estar para a rotina: hidratação com um ganho nutricional sem abrir mão do sabor.

Para quem atua no varejo, a categoria já chama atenção por seu potencial comercial. “Vemos nas bebidas funcionais uma oportunidade concreta de crescimento do varejo: são produtos que atraem novos consumidores e aumentam o ticket médio quando bem posicionados”, afirma Fernando Gorayeb, Co-CEO da Moving. “A chave está na parceria entre marca e rede, sortimento inteligente, logística alinhada e comunicação clara transformam inovação em venda recorrente.”

A Moving tem apostado em ações que aceleram a experimentação: degustações no PDV, ativações digitais, kits experimentais e parcerias com embaixadores. “A experimentação é o caminho mais rápido para reduzir a resistência do consumidor a uma novidade: quando prova, entende o benefício e volta a comprar”, diz Breno Carolino, VP do Grupo 400fl. Para especialistas em varejo, essas iniciativas são fundamentais numa categoria em que a experiência sensorial pesa tanto quanto a lista de ingredientes. Estratégias de cross‑merchandising, como expor as bebidas próximas a suplementos e snacks proteicos, vêm sendo testadas para elevar o ticket e educar o comprador sobre usos e benefícios.

O movimento é claro: bebidas funcionais deixaram de ser curiosidade para se tornar categoria relevante, e a atuação da Moving ajuda a explicar por quê. Ao combinar inovação de produto, distribuição ampla e ações de experimentação, a marca mostra como é possível transformar a novidade em hábito de consumo. Para redes que observam o segmento, a recomendação é iniciar com um sortimento enxuto, apostar em comunicação educativa e medir sell‑through, estratégias práticas para testar aceitação sem comprometer o mix.

Fonte: assessoria

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