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Coca-Cola Lidera Intenção de Compra na Copa 2026, Diz Pesquisa

Serving a Cola from a bottle to a glass full of ice

Coca-Cola lidera a consideração de compra na Copa com 76%,
mostra pesquisa do Valometry

Estudo da anacouto mede a intenção real de consumo por categoria e revela que, à mesa do brasileiro, as marcas nacionais reagem, ainda que as globais liderem o valor de marca no torneio

Quando a Copa do Mundo sai da memória e chega ao consumo, o desempenho das marcas muda. É o que mostra a pesquisa Branding Brasil, do Valometry, ferramenta de gestão contínua de branding da agência anacouto, ao medir a consideração de compra, que é a disposição real do consumidor de escolher uma marca. Na categoria de alimentos e bebidas, a que reúne os maiores índices de todo o estudo, a Coca-Cola lidera com 76% de consideração, seguida pela Sadia, com 61%. O McDonald’s aparece com 54%, a Seara com 53%, a Brahma com 39% e a Budweiser com 28%.

O equilíbrio também aparece em outras categorias. Na moda esportiva, as duas líderes globais ficam próximas, com a Nike em 50% de consideração e a Adidas em 48%. No setor financeiro, as principais marcas caminham lado a lado, com a Visa em 38% e o Itaú em 34%. Nos serviços e plataformas digitais, que acompanham o ritual em torno do jogo, o iFood lidera a consideração com 52%, à frente do Uber, com 47%, e do Zé Delivery, com 25%.

O Branding Value Score, índice proprietário do Valometry que mede a força do branding combinando produto, pessoas e propósito, confirma a vantagem das marcas globais. A Nike aparece com 84 pontos, seguida por Adidas e Coca-Cola, ambas com 83. A primeira marca nacional é o Itaú, com 71, à frente da Brahma, com 66. A distância entre ser lembrado e ser consumido é, ao mesmo tempo, o desafio e a oportunidade das marcas brasileiras, especialmente nas categorias em que o vínculo de consumo já existe.

“O Brasil tem no futebol um ativo cultural que poucas nações conseguem reunir. Traduzir esse patrimônio em valor é a chance que as organizações brasileiras ainda têm pela frente. Em um torneio que o torcedor vive como ritual, o espaço das marcas se conquista menos pelo tamanho do investimento e mais pela construção de um lugar verdadeiro no cotidiano de quem assiste”, afirma Ana Couto, CEO da anacouto, LAJE, Valometry e É,Faz&Fala.

Fonte: assessoria

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