FoodBiz

MegaG reforça papel estratégico e ganha espaço na eficiência operacional

A logística deixou de ser apenas um elo operacional para assumir um papel cada vez mais estratégico no foodservice. Em um setor altamente competitivo, onde qualquer ruptura impacta diretamente o resultado, garantir abastecimento com previsibilidade virou vantagem competitiva. É nesse contexto que a MegaG Alimentos vem ampliando sua atuação como parceira de restaurantes, redes e operadores em diferentes regiões do país.

Com uma estrutura que já soma mais de mil colaboradores diretos, a empresa investe em uma rede de distribuição focada em regularidade, agilidade e escala — três pontos críticos para negócios que dependem de fluxo constante de insumos. A proposta vai além da entrega: trata-se de dar previsibilidade para a operação funcionar sem interrupções.

O movimento acompanha a própria evolução do setor. Segundo dados do Instituto Foodservice Brasil (IFB), o país reúne cerca de 2,7 milhões de estabelecimentos. Em um cenário desse tamanho, falhas logísticas não são apenas operacionais — elas se traduzem em desperdício, perda de vendas e pressão no caixa.

Para Kleber Campos, a mudança de mentalidade é clara: a logística passou a ser um dos pilares do negócio. A construção de uma rede eficiente, com escala e consistência, sustenta a operação de milhares de clientes e garante continuidade para o setor.

Um dos principais ativos dessa estratégia é o centro de distribuição em Vargem Grande Paulista, que concentra quase 900 colaboradores e atende diferentes regiões. A operação contribui para reduzir oscilações no abastecimento e permite que operadores tenham mais controle sobre planejamento e custos.

Na prática, esse tipo de estrutura se reflete no dia a dia das cozinhas: menos rupturas de estoque, processos mais organizados e maior segurança para crescer — especialmente para redes em expansão.

A empresa também avança em novas praças. Em Araraquara, uma unidade em implantação já começa a operar com foco em proximidade e adaptação às demandas locais, reforçando uma estratégia descentralizada de distribuição.

O que se observa é uma mudança relevante no papel das distribuidoras dentro do foodservice. Mais do que fornecedoras, elas passam a atuar como parceiras estratégicas, diretamente conectadas à eficiência e à sustentabilidade dos negócios.

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