Ele começou fazendo trufas em casa — e hoje comanda um negócio que fatura R$ 24 milhões por ano. A história de Raoni Ribas Costa, fundador da Luckau, mostra como um reposicionamento pode transformar não só uma carreira, mas também abrir espaço em um mercado em plena mudança: o de alimentos mais saudáveis.
A virada veio depois de um momento difícil. Consultor financeiro, Raoni decidiu deixar a área após participar de um processo de demissão em massa. Em busca de um novo caminho, começou a produzir chocolates artesanais e vender em quiosques. A primeira tentativa, porém, não deu certo — o negócio quebrou por falta de conhecimento em processos industriais e logística, especialmente na refrigeração.
Foi justamente esse fracasso que abriu a porta para o próximo passo. Ao assumir a gestão de uma fábrica do setor, ele passou a entender como escalar a produção, estruturar operações e lidar com os desafios da indústria. Esse aprendizado foi decisivo para a criação da Luckau.
A marca apostou em um nicho específico: chocolates sem açúcar, glúten e lactose. A proposta encontrou demanda crescente entre consumidores mais atentos à saúde e restrições alimentares — e ganhou espaço rapidamente. Hoje, os produtos estão presentes não só em supermercados, mas também em farmácias, ampliando os canais de venda.
Os números refletem esse crescimento: são mais de R$ 2 milhões de faturamento mensal, totalizando R$ 24 milhões ao ano. E a expectativa é avançar ainda mais, com projeção de crescimento de 50%.
Mais do que uma história de sucesso, o caso mostra como erros iniciais podem se transformar em aprendizado estratégico — especialmente em um setor que acompanha mudanças importantes no comportamento do consumidor.
Para entender todos os detalhes dessa trajetória e da estratégia da marca, vale conferir a matéria completa da PEGN:
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