Quase um século depois de estrear nas embalagens da Batavo, a icônica holandesa deixa de ser apenas um símbolo gráfico e passa a ocupar um papel ativo na narrativa da marca. Agora, ela ganha vida como personagem e assume o cargo de diretora de receitas e inovação.
A mudança faz parte da nova campanha da Batavo, criada pela Talent, que inaugura uma fase em que a marca transforma seu principal ícone em alguém com história, ambições e voz própria. A holandesa deixa o campo do imaginário para se tornar protagonista das decisões criativas e estratégicas da empresa, que integra o grupo francês Lactalis.
“A Holandesa sempre foi parte da nossa história, mas agora ela se torna narradora, voz e protagonista da Batavo. Pela primeira vez, um personagem assume um cargo dentro da empresa, com participação real nas iniciativas da marca. Trazer a Holandesa para a vida é também dar vida ao futuro da Batavo”, afirma Raphael Cumplido, diretor de marketing da Batavo.
No novo papel, a personagem convida o público a acompanhar experimentações dentro e fora da cozinha. A proposta é percorrer a trajetória da Batavo, a história de Carambeí, no interior do Paraná, e expandir esse olhar para o Brasil, explorando novas referências, ingredientes e interpretações contemporâneas sobre alimentação, sustentabilidade e sabor. Tudo isso sem perder a conexão com a cultura leiteira da Holanda, reconhecida mundialmente, e com o desenvolvimento de iogurtes e produtos lácteos.
O plano estratégico em torno da Holandesa inclui ações como press trips, entrevistas, ativações de marca, participações em programas de TV e experiências culturais, reforçando sua presença além das embalagens.
“A Holandesa deixa de ser apenas um ícone e passa a ter uma história real. Essa é uma das ideias que nasceram dentro do LacLab, nosso time dedicado à Lactalis dentro da Talent. Dar vida à Holandesa é inaugurar uma nova etapa desse modelo”, explica Gustavo Victorino, chief creative officer da Talent.
A iniciativa mostra como marcas tradicionais vêm explorando storytelling, personagens e cargos simbólicos para criar conexão, atualizar discursos e dialogar com novas gerações de consumidores — um movimento cada vez mais presente no foodservice e na indústria de alimentos.
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Fonte: Clube de Criação







