O que começou como uma dark kitchen criada por quatro amigos em plena pandemia virou uma rede em expansão no foodservice paulista. Fundado em 2021 com investimento inicial de R$ 120 mil, o Fat Buddha nasceu focado no delivery e hoje testa seu primeiro salão físico em São Paulo, apostando no modelo fast casual para ganhar escala.
Segundo contou o sócio Fernando Damião à Bloomberg Línea, a empresa fechou 2025 com faturamento estimado em R$ 13 milhões e projeta alcançar R$ 20 milhões em 2026. A estratégia passa por padronização, controle de custos e uma proposta de culinária asiática quente que foge tanto do yakisoba simplificado das grandes redes quanto do izakaya tradicional.
A operação reúne influências chinesas, coreanas, tailandesas e japonesas em um cardápio enxuto e adaptado ao consumo urbano. Entre os destaques estão os pratos de arroz refogado com frango ou costela, além de baos, kimchi, sunomono e frango frito no estilo karaague.
Desde o início, a ambição dos sócios — Gabriel Fujita, Lucas Ometto, Rodolfo Srour e Fernando Damião — nunca foi apenas abrir um restaurante, mas construir uma marca replicável. A escolha de começar pelo delivery, com equipamentos usados e operação tocada pelos próprios fundadores, permitiu validar o modelo rapidamente: já no primeiro mês, o faturamento chegou a R$ 100 mil.
A história do Fat Buddha integra a série “Mesa de Negócios”, da Bloomberg Línea, que mostra como gastronomia e empreendedorismo se cruzam no mercado brasileiro.
👉 Para ver a entrevista completa com Fernando Damião, clique no link da Bloomberg Línea.







