A Grano Alimentos, líder no segmento de vegetais congelados no Brasil, apresenta novos avanços em sua agenda de sustentabilidade, com destaque para iniciativas ambientais, eficiência operacional e impacto social ao longo de sua cadeia produtiva. Os resultados reforçam o compromisso da companhia com práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente nas frentes de produção responsável e ação climática. Entre os principais destaques estão mais de 96% de reaproveitamento de resíduos e redução de 6,58% nas emissões de gases de efeito estufa.
“A sustentabilidade já não ocupa um lugar periférico nas decisões do negócio; ela passou a orientar a forma como a empresa cresce e opera. Quando olhamos para eficiência, falamos de uma agenda ampla: uso mais inteligente de recursos naturais, disciplina na gestão de custos, decisões mais criteriosas de investimento e processos produtivos mais consistentes. É isso que garante escala e continuidade às iniciativas sustentáveis e norteou nossas prioridades ao longo de 2025”, afirma Michele Lopes, diretora de Sustentabilidade da Grano Alimentos.
Avanços ambientais e economia circular
A Grano tem ampliado suas iniciativas voltadas à gestão de resíduos, à redução de emissões e uso responsável de recursos naturais. Em 2025, a companhia reduziu em 6,58% as emissões de gases de efeito estufa nos escopos 1 e 2, em linha com seu plano de descarbonização de longo prazo, que prevê reduções graduais até 2033.
Na gestão de resíduos, o índice de reaproveitamento e reciclagem superou 96%, com redução superior a 50% em fluxos específicos de resíduos, em comparação a anos anteriores. Apenas uma parcela residual é destinada a aterros industriais licenciados, em conformidade com os padrões legais, contribuindo para a minimização de impactos ambientais e a redução da necessidade de extração de novos recursos naturais.
Outro destaque foi o avanço na estratégia de embalagens e logística reversa. A companhia opera há anos com embalagens 100% recicláveis, provenientes de fornecedores homologados com rastreabilidade de origem, e ampliou sua atuação em economia circular por meio de parceria com a Eureciclo, compensando 33% das embalagens colocadas no mercado, conforme política nacional de resíduos sólidos.
No campo, a empresa avançou na implementação do programa de monitoramento do descarte de embalagens de mudas, alcançando 38% de rastreabilidade em 2025 — superando a meta inicialmente estabelecida de 20%. A iniciativa envolve parcerias com produtores, organização de rotas de coleta e ações de conscientização, reforçando a responsabilidade compartilhada ao longo da cadeia.
A agenda hídrica também ganhou maior protagonismo em 2025, com a criação de um comitê dedicado ao tema e a definição de ações estruturadas para otimização do consumo. A Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da companhia operou com eficiência superior a 90% e taxa de remoção de carga orgânica acima de 99%, assegurando que atenda integralmente aos padrões ambientais antes do descarte.
Além disso, a empresa segue investindo em eficiência logística, com sistemas de otimização de rotas que reduzem distâncias percorridas e consumo de combustíveis fósseis, aliados ao monitoramento contínuo da temperatura dos veículos, garantindo qualidade e integridade dos produtos ao longo de toda a distribuição.
Cadeia produtiva e impacto social
No campo social, a Grano reforça sua atuação junto à agricultura familiar e às comunidades onde está presente. Atualmente, mais de 100 produtores integram sua cadeia semi-integrada, recebendo suporte técnico especializado, orientações de manejo e incentivo a boas práticas agrícolas. Se em anos anteriores o foco esteve na ampliação da base de produtores, em 2025 o avanço se dá na estruturação desse relacionamento, com iniciativas mais robustas de desenvolvimento e capacitação.
Em 2025, a companhia destinou R$ 24,3 milhões para a agricultura familiar e mantém um programa estruturado de apoio socioambiental, com previsão de investimentos de cerca de R$ 40 milhões entre 2024 e 2026. Esses recursos estão relacionados à emissão de um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) com caráter social, voltado ao fortalecimento da cadeia produtiva.
As ações sociais da companhia também evoluíram em escala e estrutura. Após um ciclo anterior marcado por ações emergenciais de apoio às comunidades, especialmente no Rio Grande do Sul, a empresa avançou para um modelo mais estruturado de impacto social. Ao todo, 105 instituições foram beneficiadas, alcançando mais de 52 mil pessoas. Foram doadas 13,5 toneladas de vegetais congelados, o equivalente a mais de 33 mil porções, alinhadas às recomendações de organismos internacionais de saúde e alimentação.
As iniciativas contemplaram hospitais, cozinhas solidárias, abrigos, instituições de apoio a crianças e adolescentes e outras organizações comunitárias, além de ações internas e projetos de inclusão social. No total, foram investidos R$ 172,7 mil em ações sociais e doações, ampliando o acesso a alimentos de qualidade e contribuindo para a segurança alimentar.
“Acreditamos que nosso papel vai além da produção de alimentos. Investir em iniciativas como o Mulheres do Agro e no fortalecimento do programa Cultivando Parcerias é uma forma de apoiar o desenvolvimento das pessoas que fazem parte da nossa cadeia. Quando promovemos capacitação, inclusão e troca de conhecimento, fortalecemos não só o campo, mas toda a comunidade ao nosso redor”, afirma Michele Lopes.
Governança e cadeia de valor
Como parte da evolução de sua agenda ESG, a Grano também atualizou seu sistema de homologação de fornecedores, incorporando critérios socioambientais mais rigorosos. A medida fortalece a governança e amplia o controle sobre práticas sustentáveis ao longo de toda a cadeia de valor.
O relacionamento com produtores rurais segue como um dos pilares estratégicos da companhia. Por meio do programa Cultivando Parcerias, a Grano estrutura sua atuação em três frentes — assessoria técnica especializada, suporte administrativo e capacitação — promovendo boas práticas ESG, gestão eficiente e desenvolvimento contínuo nas propriedades.
Atualmente, mais de 40% dos produtores mantêm relação com a empresa há mais de cinco anos, refletindo a consistência desse modelo e o fortalecimento da cadeia. A companhia também prevê investimentos superiores a R$ 40 milhões até 2026 para fomentar a agricultura familiar.
“Fortalecer a cadeia de valor passa, necessariamente, pelo desenvolvimento dos produtores. Quando investimos em capacitação, suporte e relacionamento de longo prazo, promovemos ganhos que vão além da produtividade — avançamos em governança, sustentabilidade e geração de valor compartilhado em toda a cadeia”, afirma Michele Lopes.
Perspectivas e metas
Para os próximos anos, a Grano pretende avançar na consolidação de suas iniciativas ambientais e sociais, com foco em eficiência operacional, gestão responsável de recursos naturais e ampliação do impacto positivo em toda a cadeia produtiva.
No eixo hídrico, a companhia estruturou um plano de ação voltado ao uso e reuso da água, com meta de reduzir em 5% o consumo de água potável até 2030.
Já em eficiência energética, a empresa implementou o Programa de Gestão Energética, com o objetivo de reduzir a intensidade do consumo energético até 2030.
A companhia também projeta expandir programas voltados à agricultura familiar, fortalecer a rastreabilidade e aprofundar a integração de práticas sustentáveis em todas as etapas do negócio, reforçando seu compromisso com um modelo de crescimento responsável e de longo prazo.







