Com agricultura regenerativa na cadeia do leite, Danone avança na Jornada de Impacto ao reduzir pela metade o fator de emissão de CO₂ e aumentar a rentabilidade dos produtores
Estratégia global ganha escala no Brasil e segue mostrando resultado no campo: uma média de R$ 116 de retorno para cada R$ 100 investidos por produtores
A Danone, há 55 anos no Brasil e referência no setor de lácteos e nutrição especializada, entra em um novo ciclo da sua Jornada de Impacto no país, com metas atualizadas até 2030. O movimento busca acelerar um modelo de negócio orientado por um portfólio cada vez mais saudável, uma cadeia produtiva mais resiliente e o desenvolvimento de pessoas e comunidades — pilares que fortalecem a competitividade da companhia e ampliam sua capacidade de gerar valor de longo prazo para a empresa e para sociedade.
Entre as iniciativas que traduzem essa evolução na prática, a Jornada Flora se destaca como um dos principais exemplos da estratégia no Brasil. Voltado à cadeia do leite fresco, o programa reúne resultados ambientais, produtivos e econômicos: já alcança cerca de 60% da captação de leite da companhia, reduziu em 50% o fator de emissão de CO₂ e em 43% o fator de emissão de metano desde 2020, além de gerar, em média, R$ 116 de retorno aos produtores para cada R$ 100 investidos no campo ao ano.
“Crescer com impacto significa olhar para o negócio de forma mais ampla: desde o que oferecemos aos consumidores do nosso portfólio saudável à maneira como fortalecemos nossa cadeia produtiva e desenvolvemos pessoas & comunidades, promovendo inclusão e geração de renda para além dos nossos portões. Essa visão torna a nossa operação mais resiliente, amplia nossa capacidade de gerar valor e nos prepara para seguir crescendo de forma sustentável e lucrativa no Brasil”, afirma Mário Rezende, VP de Operações e Sustentabilidade.
O avanço da estratégia, com metas aprofundadas, marca o próximo passo dessa evolução: dar escala e acelerar a Jornada de Impacto da Danone no Brasil, com foco na melhoria contínua do perfil nutricional do portfólio com redução de açúcar, no fortalecimento da agricultura regenerativa para a produção de leite fresco, na expansão da descarbonização da cadeia de fornecimento, no desenvolvimento de pessoas para habilidades do futuro e na promoção da inclusão de gênero e racial.
Próximos passos da Jornada de Impacto no Brasil
O movimento marca a evolução de uma fase em que a companhia já acumulou resultados relevantes no Brasil, orientada por sua missão de levar saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas possível.
Para esse novo capítulo, a prioridade é fazer com que metas globais ganhem aplicação concreta no país, a partir de iniciativas capazes de gerar impacto mensurável para consumidores, produtores, comunidades e colaboradores.
No eixo de saúde, a ambição local da Danone vai além de já ter um portfólio de iogurtes, bebidas UHT e sobremesas sem nenhum selo de alerta frontal com sinalização de “alto em” no Brasil. A gigante de alimentos mira um portfólio com ainda menos açúcar adicionado e maior densidade nutricional. Em linha com as metas globais do grupo, o foco é também garantir que 88% do volume vendido de produtos lácteos e de base vegetal tenham 10g ou menos de açúcares totais por 100g até 2030.
No Brasil, essa agenda se traduz em acelerar a redução de açúcares em produtos lácteos para adultos, uma agenda liderada pelas marcas Danone e Activia. Lançamentos recentes, como Danone 5 Zeros, YoPRO UHT Sabor Cheesecake de Frutas Vermelhas e Activia Triplo Zero Frutas Vermelhas também sinalizam um movimento de produtos da companhia que já nascem sem açúcar adicionado*, combinando inovação, testes técnicos e validação com consumidores.
Na frente de natureza, o desafio local é levar os aprendizados e resultados da cadeia do leite e da Jornada Flora para outros elos da cadeia de valor, avançando na descarbonização de ingredientes e matérias-primas estratégicas, na preservação de áreas hídricas e no combate ao desperdício alimentar, com a meta de reduzi-lo pela metade até 2030. O movimento também segue a agenda global do grupo, que prevê ter 45% dos ingredientes-chave provenientes de agricultura regenerativa até 2030, além da redução de emissões para alcançar Net Zero até 2050. No Brasil, esse avanço na cadeia de valor também se traduz em reconhecimento externo: a Danone foi recertificada como B
Corp™ em 2025, evidenciando a consistência da agenda de impacto implementada no país.
Já para Pessoas e Comunidades, após conquistar 52% de mulheres em posições gerenciais, a Danone mira no desenvolvimento de pessoas dentro e fora da companhia. Globalmente, a Danone prevê capacitar 10 mil produtores e trabalhadores do campo até 2030 e direcionar 30% das horas de formação de colaboradores para habilidades do futuro. No Brasil, essa frente se desdobra em programas de desenvolvimento de Danoners para pensamento crítico e AI, iniciativas de aceleração de carreira, diversidade e inclusão, além do avanço da agenda de equilíbrio de gênero por nível, em linha com a meta global de manter entre 40% e 60% de mulheres em todos os níveis gerenciais.
“Com essa nova fase da Jornada de Impacto, a Danone reforça seu compromisso em gerar valor por meio do desenvolvimento de pessoas e do fortalecimento de sua cadeia de fornecimento. A evolução da estratégia no Brasil consolida uma agenda que integra desempenho de negócio, sustentabilidade e construção a longo prazo, contribuindo para uma operação mais resiliente e com vantagem competitiva”, afirma Taisa Costa, Gerente Sênior de Sustentabilidade da Danone Brasil.
*Contém açúcares próprios dos ingredientes
Fonte: assessoria







