A Frimesa está reposicionando sua marca — e o movimento vai além de uma nova identidade visual.
A cooperativa, uma das maiores do Brasil no setor de proteína animal, anunciou um rebranding que acompanha uma mudança estratégica importante: sair de uma atuação mais regional para ganhar força no maior mercado consumidor do país. A abertura de um escritório em São Paulo faz parte desse plano, com foco em valor agregado e sustentabilidade.
Um dos pontos mais visíveis dessa transformação está na escolha da nova cor da marca. O roxo passa a ser o principal elemento visual — uma decisão ancorada no comportamento do consumidor. Na prática, tons de roxo e vinho já são associados a produtos premium, especialmente em categorias como carnes suínas e lácteos. Ao adotar esse código, a Frimesa tenta se posicionar de forma mais clara nas gôndolas, facilitando a identificação e reforçando a percepção de qualidade.
Mas a mudança não é só estética. O novo posicionamento se apoia na ideia de “cooperação que alimenta”, trazendo mais visibilidade para a cadeia produtiva e para o papel das milhares de famílias envolvidas no negócio. A proposta é aproximar a marca de um consumidor que hoje olha com mais atenção para origem, transparência e práticas de ESG.
O logotipo também foi atualizado, com traços mais contemporâneos — sem romper com a história de quase 50 anos da cooperativa. A intenção é equilibrar tradição e modernidade, algo cada vez mais relevante para marcas do setor de alimentos.
Segundo o presidente executivo, Elias José Zydek, o reposicionamento reflete uma evolução natural da empresa. Mais do que uma indústria, a Frimesa quer ser percebida como um ecossistema que conecta campo, indústria e consumidor final.








