A parceria entre CHEP e Grupo Piracanjuba vem mostrando como mudanças na logística podem gerar impactos operacionais e ambientais na cadeia de alimentos.
Após um ano utilizando o modelo de pooling de paletes — sistema baseado no compartilhamento e reutilização desses ativos — as empresas afirmam ter evitado a emissão de mais de 2,4 milhões de quilos de CO₂.
O modelo substitui a lógica tradicional de compra e descarte por uma operação circular, com paletes padronizados que circulam entre diferentes etapas da cadeia. Na prática, isso ajuda a reduzir desperdícios, melhorar o fluxo logístico e aumentar a previsibilidade da operação.
No setor de laticínios, onde fatores como temperatura, rastreabilidade e velocidade de distribuição são críticos, a eficiência logística ganha ainda mais peso.
Além da redução nas emissões, as empresas também apontam impacto na geração de resíduos e no consumo de recursos naturais ao longo da operação.
O movimento acompanha uma tendência crescente na cadeia de alimentos: buscar eficiência logística alinhada a metas de sustentabilidade e redução de impacto ambiental.







