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Fugini amplia atuação no atacarejo para famílias e pequenos negócios

divulgação

O atacarejo vive um período de expansão acelerada no Brasil, se consolidando como um dos principais canais de abastecimento tanto para pequenos empreendedores quanto para milhões de famílias. Atualmente, este formato já representa cerca de 29% das vendas do varejo alimentar, impulsionado pela inflação, pelos juros elevados e, principalmente, pela busca crescente por conveniência, preços acessíveis e embalagens de melhor aproveitamento – atributos que a Fugini entrega de forma consistente em seu portfólio. Mais que tendência, o atacarejo tornou-se um eixo estratégico para o equilíbrio entre custo, acesso e qualidade, exigindo das marcas soluções adaptadas a diferentes perfis de consumo e canais.
 

De acordo com a Nielsen, 45% das famílias brasileiras aumentaram a frequência de visitas ao atacarejo em 2024, realizando compras mais planejadas e recorrentes, em volumes menores por viagem. As cestas, em geral, são menores em volume por viagem, mas acontecem com maior frequência, revelando um consumidor mais calculista, que planeja os gastos e busca extrair o máximo valor de cada item do carrinho. Em algumas operações, até 80% das vendas já têm o consumidor final como destino e não apenas pequenos ou médios comerciantes. Esse movimento abre espaço para marcas que conseguem oferecer soluções aplicáveis tanto à cozinha doméstica quanto ao preparo profissional. Esse público é cada vez mais diversificado, incluindo classes C, D e E e também consumidores acima de 50 anos, mais sensíveis ao custo-benefício e à funcionalidade dos produtos.

O consumidor sempre busca extrair o máximo valor de cada item que coloca no carrinho e, nesse cenário, os produtos da Fugini atendem tanto à rotina das famílias quanto às demandas de negócios de alimentação, ao unir praticidade, sabor e economia sem abrir mão da qualidade. Atenta a essa transformação, a marca segue ampliando sua presença no canal com diferenciais competitivos claros, como embalagens adaptadas ao ritmo atual de consumo, portfólio versátil e preços justos. Para capturar valor nesse movimento, três fatores se mostram decisivos no canal: um portfólio “bi-modal”, que atende simultaneamente lares e pequenos negócios; embalagens práticas que reduzem desperdício e otimizam o custo por porção; e preços que refletem lógica de valor sem abrir mão da qualidade.
 

O desempenho do setor reforça esse potencial: enquanto o atacado tradicional avançou 3,3% em janeiro de 2025, o atacarejo cresceu 13,9% no mesmo período, após encerrar 2024 com alta de 12,9%. Essa evolução é sustentada pela diversificação do sortimento, com maior presença de perecíveis e de produtos ajustados a diferentes perfis alimentares. Alinhada a esse movimento, a Fugini tem fortalecido linhas como molhos de tomate, condimentos e vegetais em conserva, que oferecem alto rendimento e padronização de preparo, além de embalagens econômicas e práticas como sachês e versões em maiores volumes, ideais para facilitar armazenagem, reduzir o desperdício e atender tanto ao consumo doméstico quanto ao de pequenos negócios de alimentação.
 

Com o avanço do setor, o atacarejo tende a se consolidar como eixo estratégico no equilíbrio entre acesso, custo-benefício e qualidade. Marcas que souberem interpretar cedo os sinais do canal e inovar em portfólio, formatos e embalagens estarão mais bem posicionadas para atender um consumidor cada vez mais consciente do que leva no carrinho e do valor agregado em cada porção.
 


Fonte: Associados

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