FoodBiz

A tecnologia a favor da gastronomia

Ambientes UNOX Hortolandia

A tecnologia, como é de se esperar, chegou a diversos setores e negócios. No mundo da gastronomia, isso não é diferente.
 

Não estamos falando daquela geladeira com conexão com a Internet ou da air fryer, que possui várias opções de cocção, mas sim da tecnologia dentro das grandes cozinhas, como as industriais, do varejo etc., que demandam cada vez mais da inovação para atender públicos cada vez mais rigorosos e atender exigências do mercado – que pede uma alta produtividade ao mesmo tempo que apela para uma alimentação mais saudável.


Ou seja, independentemente de ser um restaurante industrial, que atende milhares de pessoas em uma linha de produção, ou uma rotisserie instalada dentro de um supermercado, que atende algumas dezenas de pessoas, a carne oferecida não pode estar passada demais, a ponto de ficar borrachuda e sem gosto.


Também é inaceitável gastarmos muito gás ou energia para cozinhar alimentos, o que, na ponta do lápis, pode significar um prejuízo grande para os negócios.


Mas, por meio da tecnologia aplicada nas cozinhas, como fornos combinados de alto desempenho, alguns, inclusive, com recursos de Inteligência Artificial, e “geladeiras quentes”, que mantêm os alimentos aquecidos, conservando o sabor e qualidade, consegue-se resultados extraordinários.


O forno combinado é um investimento estratégico para qualquer operação de food service que busca qualidade, eficiência e padronização. Mais do que um equipamento de cocção, ele representa inovação tecnológica aplicada à gastronomia profissional, promovendo produtividade, sustentabilidade e melhor experiência ao cliente final.


Dentro desse universo, já existem produtos capazes de cozinhar três tipos de alimentos, como uma carne, um peixe e um frango, de forma totalmente independente, sem um interferir no processo de cocção do outro, com um timing perfeito, impedindo que algum alimento passe do ponto ou fique cru demais.


Com esse tipo de gestão, essas cozinhas do futuro ganham eficiência, reduzem desperdício e otimizam processos, permitindo que os cozinheiros e chefs foquem no que é importante: refeições saborosas e nutritivas.


Podemos, também, ir além e entrarmos em questões de sustentabilidade, que a cada dia ganha mais força amparada pelos pilares ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance ou Ambiental, Social e Governança, em uma tradução livre). Atualmente, é difícil encontrar empresas que não seguem essas premissas, sendo, inclusive, motivos para a contratação de um serviço ou compra de um produto.


As cozinhas do futuro chegaram, unindo eficiência, gestão e economia.



*Fabio de Medeiros é diretor-geral da Unox Brasil.

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