A Casa Gallo encomendou à Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp um estudo sobre o comportamento do azeite quando submetido ao calor. A iniciativa busca combater a percepção de que o produto perde propriedades nutricionais ou se torna prejudicial à saúde durante o cozimento.
Segundo a empresa, a pesquisa concluiu que, em condições típicas de uso doméstico, como no preparo em fogão convencional, o azeite mantém sua composição lipídica e continua adequado para o consumo.
A movimentação faz parte de uma estratégia da marca para ampliar o consumo do azeite além da finalização de pratos, incentivando o uso no preparo cotidiano de receitas, refogados e até em air fryer.
“O estudo ajuda a desmistificar essa ideia de que o azeite deixa de ser saudável quando aquecido”, afirmou Cristiane Souza, CEO da Casa Gallo no Brasil, em entrevista à Folha de S.Paulo.
A companhia pretende utilizar os dados científicos em campanhas de marketing e também nas novas embalagens dos produtos, reforçando aplicações do azeite no dia a dia da cozinha.
A estratégia acompanha uma tendência observada no mercado de foodservice e varejo alimentar: marcas têm investido em educação do consumidor para ampliar ocasiões de consumo e fortalecer o posicionamento de produtos considerados mais saudáveis.
A Casa Gallo detém cerca de um terço do mercado brasileiro de azeites e, recentemente, passou a operar sob a marca “Casa Gallo”, reunindo diferentes linhas da companhia, como Gallo tradicional, Rossio de Abrantes e De Olliva.







