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Dia do Bolo: o que os dados do IFB revelam sobre o consumo

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O Dia do Bolo é sempre um convite à memória afetiva — e também uma ótima desculpa para olhar com atenção para uma das categorias mais presentes no dia a dia do brasileiro. Para marcar a data, o IFB reuniu números recentes do comportamento de consumo no foodservice, mostrando como o bolo circula entre ocasiões, perfis de público e tipos de estabelecimentos.

O desempenho da categoria no último ano

Nos últimos 12 meses (YE Jun’25), o consumo de bolos no foodservice movimentou R$ 9,3 bilhões. O valor representa uma retração de 11% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O volume também acompanhou essa queda: foram cerca de 600 milhões de pedidos, número 5% menor do que no YE Jun’24.

Embora sejam dados de desaceleração, eles ajudam a dimensionar o espaço que a categoria ainda ocupa na rotina alimentar — especialmente em ocasiões de conveniência e praticidade.

Quando o bolo aparece mais no dia a dia

As Refeições Matinais seguem como o principal momento de consumo, respondendo por quase 37% das ocasiões no período analisado. Em seguida, vem o Lanche da Tarde, reforçando o papel do bolo como item associado à pausa, ao café rápido e ao momento de socialização.

Esse padrão mostra que o bolo permanece ligado às ocasiões de menor preparo e maior hábito — algo que pode abrir oportunidades tanto para estabelecimentos tradicionais quanto para marcas que buscam ampliar repertório.

Quem é o público que busca a categoria

O consumo está distribuído de forma relativamente equilibrada entre as faixas etárias, mas com leve concentração entre pessoas de 25 a 34 anos, que representam 24% do total. É um grupo que combina rotina intensa, busca por conveniência e abertura a novas experiências, o que pode impactar escolhas dentro da categoria.

Onde o bolo é mais consumido

As Padarias seguem liderando com folga, concentrando cerca de 31% das ocasiões de consumo — reflexo direto da presença cultural desse produto nesses estabelecimentos.

As Redes de Não Empratados aparecem em seguida, com pouco mais de 16%, mostrando que o bolo também circula bem em operações rápidas e de alto fluxo.

Essas dinâmicas reforçam que a categoria se distribui tanto em ambientes tradicionais quanto em modelos mais acelerados de serviço.


Para acompanhar análises, movimentos e tendências do foodservice brasileiro, acesse o Portal Foodbiz, onde o IFB publica conteúdos sobre consumo, inovação, comportamento e dados que ajudam a entender o presente e antecipar o futuro do setor.

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