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Milkshake: o clássico que segue conquistando o foodservice

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No dia 12 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Milkshake, e para marcar a data, o IFB traz dados do CREST que mostram como essa bebida segue relevante para o foodservice brasileiro.

Crescimento em valor e transações

Nos últimos 12 meses até junho de 2025, o consumo de milkshakes movimentou cerca de R$ 4,6 bilhões, valor 3% superior ao registrado no mesmo período anterior. Além disso, foram contabilizadas aproximadamente 178 milhões de transações, um salto de 12% em relação ao ano passado.

Esses números mostram que o milkshake mantém sua força como produto versátil e de apelo constante, mesmo em um cenário de mudanças no comportamento do consumidor.

Quando o brasileiro toma milkshake

As ocasiões mais comuns para o consumo estão no lanche da tarde (31%) e nas refeições noturnas (41%). Juntas, essas duas situações concentram cerca de 73% do total de consumo.

Outro ponto que chama atenção é o perfil dos consumidores: 73% têm até 34 anos, reforçando a afinidade do produto com um público mais jovem, que valoriza tanto a praticidade quanto a experiência indulgente da bebida.

Onde e por que consumir

Mais de 30% do consumo de milkshakes acontece em estabelecimentos de não empratados, como redes de fast food e cafeterias. Isso reflete um comportamento associado à mobilidade, conveniência e momentos casuais.

Os principais drivers de consumo, segundo o CREST, são dois: conveniência e indulgência. O milkshake se posiciona justamente nesse cruzamento, oferecendo uma experiência prazerosa, acessível e adaptada ao ritmo acelerado da vida urbana.



Sobre o IFB
O Instituto de Foodservice Brasil (IFB), fundado em 22 de agosto de 2013, une fornecedores, prestadores de serviços e operadores do setor de alimentação fora do lar. Focado em inteligência de mercado, o IFB fornece dados e informações estratégicas, promovendo a profissionalização do setor. Atua em áreas como racionalização tributária, eficiência da cadeia, transformação digital e ESG, consolidando-se como a principal autoridade do mercado.

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