O Carnaval de rua de São Paulo em 2026 já tem tabela de preços definida para as bebidas vendidas nos blocos. Patrocinadora oficial do evento, a Ambev estabeleceu valores que começam em R$ 5 para a cerveja mais barata e chegam a R$ 16 no caso dos energéticos.
A folia oficial na capital paulista acontece ao longo de oito dias, entre 7 e 22 de fevereiro, e deve reunir cerca de 630 blocos espalhados pela cidade — um grande teste de operação para marcas, poder público e, principalmente, para o foodservice ambulante.
A opção mais acessível será a Skol em lata de 269 ml, vendida exclusivamente em pares, por R$ 10 (R$ 5 cada). Já a Skol tradicional de 350 ml custará R$ 7. Entre as cervejas classificadas como “premium”, como Stella Artois Pure Gold e Corona (com ou sem álcool), o preço será de R$ 11 a lata de 350 ml.
Neste ano, a Ambev desembolsou R$ 29,2 milhões à Prefeitura de São Paulo para garantir a exclusividade na comercialização de bebidas durante o Carnaval de rua. Com isso, os cerca de 15 mil ambulantes credenciados estão autorizados a vender apenas produtos do portfólio da companhia, que inclui marcas como Skol, Budweiser, Spaten, Corona, Stella Artois, Beats e Red Bull.
Confira os preços definidos para o Carnaval de rua 2026 em São Paulo:
- Água (garrafa de 500 ml): R$ 5
- Skol (lata de 350 ml): R$ 7
- Skol (2 latas de 269 ml): R$ 10
- Brutal Fruit Spritzer (lata de 269 ml): R$ 10
- Stella Artois Pure Gold (lata de 350 ml): R$ 11
- Corona Extra (lata de 350 ml): R$ 11
- Corona Cero (lata de 350 ml): R$ 11
- Budweiser (2 latas de 269 ml): R$ 12
- Spaten (2 latas de 269 ml): R$ 14
- Red Bull (lata de 250 ml): R$ 16
- Beats (2 latas de 269 ml): R$ 17
Além da definição de preços, a Ambev iniciou a entrega dos kits e o treinamento dos ambulantes credenciados. Cada vendedor recebeu credencial, colete, guarda-sol, isopor e boné, além de participar de capacitações voltadas para venda legal, organização do comércio, técnicas de atendimento ao cliente e orientações sobre consumo responsável de bebidas alcoólicas.
O Carnaval de São Paulo segue se consolidando como um grande laboratório de operações para o foodservice em eventos de grande escala — tema que vem sendo acompanhado de perto pelo Portal Foodbiz, especialmente quando o assunto envolve gestão, padronização, experiência do consumidor e impacto econômico no setor.







