Olivier Anquier segue na contramão da expansão acelerada que marca boa parte do foodservice. Mesmo com propostas para levar a Mundo Pão a outras cidades e até para fora do país, o chef prefere crescer com cautela para não comprometer a qualidade da operação.
“Se deixar, a Mundo Pão vai virar Oxxo”, afirma. A frase resume a preocupação com um crescimento desenfreado que possa afetar a experiência do cliente — ponto que ele considera central para o sucesso do negócio.
Fundada em 2017, a rede soma atualmente sete lojas próprias em São Paulo. O ritmo de aberturas ganhou força após a pandemia. Entre os principais endereços estão a unidade da avenida São Luís com a Ipiranga e as operações no Conjunto Nacional, que incluem um quiosque no térreo e uma unidade na loja-conceito da Dexco.
Para Anquier, a constância é o maior desafio e também o diferencial. “A linearidade perfeita é fundamental, porque é a coisa mais difícil do mundo ao abrir restaurantes. O cliente vem hoje e pode voltar daqui a 10 anos para viver exatamente a mesma emoção”, diz o chef, aos 66 anos.
A estratégia e os planos para a marca são detalhados em reportagem publicada pela Pipeline.
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