Símbolo da cultura brasileira e presença recorrente em bares, restaurantes e ocasiões de socialização, a cachaça mantém relevância também no consumo fora do lar. A data dedicada à bebida, celebrada em setembro, ajuda a observar como essa categoria vem se comportando no foodservice e em quais ocasiões ela aparece com mais força.
Nos 12 meses encerrados em junho de 2026 (YE Jun’26), a categoria movimentou aproximadamente R$ 2,3 bilhões, avanço de 22% na comparação com YE Jun’25, segundo dados do CREST.
As transações também cresceram. Foram mais de 52,7 milhões no período, alta de 5% em relação ao ano anterior.
Os dois indicadores colocam a categoria em trajetória positiva e ajudam a dimensionar sua presença nos estabelecimentos de alimentação e bebidas.
Casual dining e bares lideram o consumo
As refeições noturnas concentram 43% do consumo de cachaça, tornando a noite a principal ocasião para a categoria.
O perfil etário apresenta maior concentração entre consumidores de 35 a 59 anos, responsáveis por 50% do consumo. Diferentemente de outras categorias, há equilíbrio entre homens e mulheres.
O consumo está especialmente presente em casual dining, com cerca de 22%, e em bares, que concentram 20%.
Indulgência e conveniência seguem relevantes
Entre as principais razões para o consumo aparecem a indulgência, com 49%, e a conveniência, com 44%.
Apesar de permanecerem como os principais drivers, ambos apresentaram queda na comparação com YE Jun’25.
Ainda assim, a evolução do gasto e das transações mostra uma categoria em crescimento no foodservice. O comportamento também reforça a importância da ocasião noturna e dos canais ligados à socialização e às experiências de consumo.
Fonte: CREST, YE Jun’26.







