A esfirra é um daqueles pratos que atravessaram fronteiras e conquistaram o paladar dos brasileiros. Originária da culinária árabe, ela se transformou em uma das opções mais populares no dia a dia, seja para um lanche rápido ou para uma refeição completa. No Dia da Esfirra, o IFB traz um olhar sobre o papel desse produto no foodservice a partir de dados do CREST.
O tamanho do mercado
Nos últimos 12 meses até junho de 2025 (YE Jun’25), o consumo de esfirras movimentou aproximadamente R$ 3 bilhões. O número, apesar de expressivo, representa uma queda de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de transações também acompanhou essa tendência: foram mais de 188 milhões de pedidos, 2% abaixo do comparativo com junho de 2024.
Esses dados mostram que, embora a esfirra mantenha sua relevância, o setor enfrenta desafios diante de mudanças no comportamento de consumo e no cenário econômico.
Ocasiões de consumo
Quando falamos em momentos de consumo, a esfirra tem presença forte em duas ocasiões principais:
- Lanche da tarde (35%)
- Refeições noturnas (36%)
Juntas, elas concentram cerca de 71% do consumo total, reforçando o caráter versátil do produto — tanto como snack rápido no meio do dia quanto como refeição prática no fim da noite.
Perfil do consumidor
O levantamento aponta que 51% do consumo está concentrado em pessoas de até 34 anos. Isso evidencia a força da esfirra entre públicos mais jovens, que buscam opções acessíveis, rápidas e que já fazem parte de sua rotina alimentar.
Onde se consome mais
O ambiente de consumo também revela a diversidade desse produto. Quase 56% do consumo ocorre em três tipos de estabelecimentos:
- Lanchonetes (21%)
- Padarias (18%)
- Não empratados (17%), como balcões e pontos de venda de conveniência
Essa pulverização reforça a presença da esfirra em diferentes canais e sua capacidade de se adaptar a formatos variados de operação no foodservice.
O que motiva o consumo
Dois fatores principais impulsionam a escolha pela esfirra: conveniência e hábito. A praticidade de um produto fácil de consumir, somada ao fato de já fazer parte da memória alimentar do brasileiro, explica sua permanência no cardápio de milhões de pessoas.
Sobre o IFB
O Instituto de Foodservice Brasil (IFB), fundado em 22 de agosto de 2013, une fornecedores, prestadores de serviços e operadores do setor de alimentação fora do lar. Focado em inteligência de mercado, o IFB fornece dados e informações estratégicas, promovendo a profissionalização do setor. Atua em áreas como racionalização tributária, eficiência da cadeia, transformação digital e ESG, consolidando-se como a principal autoridade do mercado.







