A China anunciou uma atualização nas regras para o registro de fabricantes estrangeiros que exportam alimentos ao país — e isso pode impactar diretamente empresas globais que atuam no foodservice e na indústria de alimentos.
A partir de junho deste ano, entram em vigor novas diretrizes definidas pela Administração Geral das Alfândegas (AGA), com mudanças importantes sobre quais produtos e empresas precisarão de registro para acessar o mercado chinês.
Entre os principais pontos:
- A AGA passará a definir quais categorias de alimentos importados exigem registro obrigatório
- Também será estabelecida uma lista de produtos que não terão renovação automática do registro
- Empresas estrangeiras que atuam com armazenamento de alimentos poderão ser incluídas no escopo de obrigatoriedade
Essas definições não serão padronizadas de forma genérica. A China afirma que levará em conta critérios como origem das matérias-primas, processos produtivos, histórico de segurança alimentar, público consumidor e formas de consumo — além de alinhar as decisões com práticas internacionais.
Na prática, isso indica um movimento de maior controle e rastreabilidade sobre os alimentos que entram no país, reforçando exigências que já vinham se tornando mais rigorosas nos últimos anos.
Outro ponto relevante: o registro continuará tendo validade de cinco anos, com renovação automática por mais cinco — desde que não haja violações das normas.
Para empresas brasileiras e globais, a atualização acende um alerta. A China segue como um dos mercados mais estratégicos do mundo, mas também um dos mais exigentes em termos regulatórios.
No Portal Foodbiz, seguimos acompanhando como mudanças regulatórias globais impactam a cadeia de foodservice — especialmente quando envolvem grandes players como a China, que influenciam padrões e exigências em escala internacional.
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Fonte: Portuguese cn







