O Instituto Heineken ampliou sua atuação no Brasil e já impactou cerca de 45 mil pessoas desde a criação, com foco em públicos diretamente ligados à cadeia de bebidas.
A estratégia do braço social da companhia prioriza três frentes: catadores de materiais recicláveis, vendedores ambulantes e jovens em situação de vulnerabilidade — grupos que fazem parte tanto da operação quanto do consumo no setor.
O modelo combina projetos de longo prazo com ações em grandes eventos, como Carnaval e festivais, onde esses profissionais são integrados à operação com estrutura, remuneração e suporte básico.
Entre os resultados, mais de 19 mil catadores já foram atendidos por iniciativas que incluem acesso a documentação, benefícios sociais e melhores condições de trabalho. No caso dos ambulantes, programas de capacitação e geração de renda já alcançaram mais de 13 mil pessoas.
A atuação com jovens também ganhou espaço. Mais de 11 mil participaram de programas voltados à formação em áreas como audiovisual, tecnologia e inteligência artificial, com foco em ampliar oportunidades de renda e reduzir vulnerabilidades sociais.
A iniciativa parte de uma lógica que conecta impacto social à própria cadeia de valor da empresa — especialmente em temas como reciclagem, onde o papel dos catadores é considerado essencial para o funcionamento do sistema.
Para os próximos anos, a proposta é expandir o alcance dos projetos por meio de parcerias, mantendo o foco em inclusão produtiva e acesso a direitos.
O caso mostra como ações sociais têm sido incorporadas de forma mais direta à estratégia de empresas do setor, conectando operação, sustentabilidade e impacto.
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Fonte: Exame







