A M. Dias Branco ampliou sua agenda de sustentabilidade ao conquistar a certificação Aterro Zero para o moinho de Rolândia (PR). Com a nova unidade, a companhia passa a contar com 11 operações no Brasil que não destinam resíduos para aterros sanitários.
O modelo Aterro Zero prevê que todos os resíduos gerados sejam reaproveitados por meio de reciclagem, recuperação energética, coprocessamento ou outras formas de reinserção na cadeia produtiva. A prática está alinhada aos princípios da economia circular, que busca reduzir desperdícios e maximizar o aproveitamento de recursos.
A iniciativa faz parte da estratégia ESG da empresa, que integra os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) às suas metas de longo prazo.
Segundo Aricelma Ribeiro, gerente de Meio Ambiente da M. Dias Branco, a companhia vem reduzindo significativamente a destinação de resíduos para aterros e ampliando o uso de alternativas mais sustentáveis em suas operações.
Sustentabilidade ganha peso na indústria de alimentos
O avanço da M. Dias Branco reflete uma transformação mais ampla no setor de alimentos e bebidas. Questões ambientais deixaram de ser apenas ações de reputação e passaram a integrar estratégias operacionais, influenciando eficiência, competitividade e relacionamento com clientes e investidores.
Em um cenário de maior cobrança por práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva, iniciativas voltadas à redução de resíduos, uso eficiente de recursos e economia circular ganham relevância tanto para a indústria quanto para operadores do foodservice.
Além dos benefícios ambientais, modelos como o Aterro Zero contribuem para a otimização de processos, redução de desperdícios e fortalecimento dos compromissos ESG, cada vez mais considerados por consumidores, parceiros comerciais e mercados internacionais.
Tendência que avança na cadeia de alimentos
A ampliação das unidades certificadas demonstra como a sustentabilidade vem se consolidando como um fator estratégico para empresas do setor alimentício. À medida que critérios ambientais se tornam mais presentes nas decisões de negócios, práticas de gestão de resíduos e circularidade tendem a ganhar espaço em toda a cadeia, da indústria ao foodservice.
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