FoodBiz

Biotecnologia na mesa: startups reinventam o futuro da alimentação

divulgação

As startups estão transformando o jeito como o Brasil produz e consome alimentos. Na Cellva Ingredientes, por exemplo, gorduras cultivadas em laboratório se tornam versões plant-based — e até os resíduos do café ganham nova vida como substitutos do cacau.

A Sustineri Piscis, pioneira em biotecnologia marinha, aposta em peixes cultivados a partir de células, sem necessidade de pesca e com rastreabilidade completa. Já a TypCal utiliza a fermentação de micélio — estrutura que funciona como a “raiz” dos cogumelos — para criar ingredientes ricos em proteína e fibras. O resultado? Frangos de micélio, hambúrgueres híbridos e novas possibilidades para a indústria de proteínas alternativas.

Essas e outras inovações estarão em pauta no evento Biotecnologia na mesa: cultivo celular, micélio e ingredientes alternativos, oitava edição do Festival Futuros Possíveis, nos dias 23 e 24, na Casa Firjan, no Rio de Janeiro. Sérgio Pinto (Cellva), Marcelo Szpilman (Sustineri Piscis) e Paulo Ibir (TypCal) participam das discussões sobre como ciência e tecnologia estão redefinindo o paladar e a produção alimentar.

“A cozinha também é um laboratório de inovação. Quando falamos em reencantar o futuro, falamos de novos ingredientes, novas formas de produzir e de se relacionar com o planeta. Reumanizar e reconfigurar o que está à mesa é, hoje, uma decisão estratégica para quem consome e para quem quer prosperar na nova economia”, afirma Bebel Oschery, gerente de inovação empresarial da Firjan.

A programação completa pode ser conferida em futurospossiveis.casafirjan.com.br.



>
Conteúdo originalmente publicado pelo O Globo

Compartilhar