Whisky com limão, gin com gengibre, rum com mate, chá, terpenos, caldo de cana. No Carnaval de 2026, Minas Gerais não é só destino de blocos — é o principal celeiro de drinques prontos do país. A explosão das bebidas ready to drink (RTDs) transformou o estado em referência nacional em inovação, escala e identidade regional.
Com a alta procura por Minas durante a folia, o impacto no setor de bebidas é direto. Dados do SindBebidas MG indicam crescimento estimado de 9% no volume de vendas em relação a 2025, impulsionado por um consumidor que prioriza praticidade, variedade de sabores e consumo mais consciente — inclusive com versões sem álcool e de menor teor alcoólico.
A liderança mineira não é acaso. Segundo o Sebrae Minas, o estado reúne um DNA produtivo que combina tradição artesanal, criatividade gastronômica e forte cultura de bares. Esse ecossistema permitiu que marcas nascessem pequenas, testassem rápido e ganhassem tração nas ruas antes de escalar para outros mercados.
O modelo se repete: produção artesanal, validação no carnaval, ajuste de operação e expansão nacional. Enquanto grandes indústrias enfrentam ciclos longos de inovação, os produtores mineiros conseguem responder quase em tempo real às mudanças de comportamento — do crescimento das bebidas funcionais à demanda por versões zero álcool.
Outro fator-chave é a identidade. Muitas das bebidas que dominam os blocos carregam ingredientes familiares ao paladar brasileiro, como mate, limão, gengibre e frutas, traduzidos para formatos práticos e prontos para consumo. Isso cria conexão imediata com o público e fortalece a presença da marca fora do ponto de origem.
Para 2026, o movimento aponta para dois caminhos complementares: consolidação das marcas que já ganharam escala e surgimento constante de novas propostas, incluindo opções não alcoólicas, bebidas sensoriais e produtos com forte apelo regional. Minas mostra que, quando tradição e inovação caminham juntas, o resultado vira tendência nacional.
No carnaval — e além dele — o cooler brasileiro tem sotaque mineiro.
Latinhas que viraram símbolo do Carnaval: como Minas Gerais se consolidou como polo de drinques prontos
Whisky com limão, gin com gengibre, rum com mate, chá, terpenos, caldo de cana. No Carnaval de 2026, Minas Gerais não é só destino de blocos — é o principal celeiro de drinques prontos do país. A explosão das bebidas ready to drink (RTDs) transformou o estado em referência nacional em inovação, escala e identidade regional.
Com a alta procura por Minas durante a folia, o impacto no setor de bebidas é direto. Dados do SindBebidas MG indicam crescimento estimado de 9% no volume de vendas em relação a 2025, impulsionado por um consumidor que prioriza praticidade, variedade de sabores e consumo mais consciente — inclusive com versões sem álcool e de menor teor alcoólico.
A liderança mineira não é acaso. Segundo o Sebrae Minas, o estado reúne um DNA produtivo que combina tradição artesanal, criatividade gastronômica e forte cultura de bares. Esse ecossistema permitiu que marcas nascessem pequenas, testassem rápido e ganhassem tração nas ruas antes de escalar para outros mercados.
O modelo se repete: produção artesanal, validação no carnaval, ajuste de operação e expansão nacional. Enquanto grandes indústrias enfrentam ciclos longos de inovação, os produtores mineiros conseguem responder quase em tempo real às mudanças de comportamento — do crescimento das bebidas funcionais à demanda por versões zero álcool.
Outro fator-chave é a identidade. Muitas das bebidas que dominam os blocos carregam ingredientes familiares ao paladar brasileiro, como mate, limão, gengibre e frutas, traduzidos para formatos práticos e prontos para consumo. Isso cria conexão imediata com o público e fortalece a presença da marca fora do ponto de origem.
Para 2026, o movimento aponta para dois caminhos complementares: consolidação das marcas que já ganharam escala e surgimento constante de novas propostas, incluindo opções não alcoólicas, bebidas sensoriais e produtos com forte apelo regional. Minas mostra que, quando tradição e inovação caminham juntas, o resultado vira tendência nacional.
No carnaval — e além dele — o cooler brasileiro tem sotaque mineiro.
Fonte: g1







