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Preço define compras de Páscoa para 73% dos trabalhadores brasileiros

Na Páscoa de 2026, o planejamento financeiro ditará o ritmo das compras. Segundo nova pesquisa da Pluxee, líder mundial em benefícios e engajamento para colaboradores, o aumento dos preços é o principal fator de influência para 73% dos trabalhadores ao comprar os itens para a data.
 

O estudo, realizado em fevereiro com mais de 1.000 consumidores, mostra que a tradicional celebração em família está sendo adaptada ao orçamento. A ordem de influência na hora de ir às compras é clara: o preço vem antes da qualidade dos produtos e até mesmo das preferências da família.
 

Essa busca por economia se reflete nos gastos: o investimento médio na refeição de Páscoa (R$ 195) supera o destinado aos chocolates (R$ 113). A estratégia também influencia a escolha dos locais de compra. Em uma pergunta de múltipla escolha, os respondentes indicaram preferência por supermercados (76%), seguidos por feiras locais (25%) e, na sequência, atacarejos e lojas especializadas de chocolate (22% cada). Nesse cenário, os benefícios como o vale-alimentação (VA) deixam de ser um complemento e ganham protagonismo para viabilizar a celebração.
 

“Estamos vendo uma Páscoa muito mais estratégica, na qual o consumidor analisa o orçamento para conseguir celebrar sem abrir mão da tradição. É exatamente aí que o papel do benefício se transforma”, afirma Antonio Alberto Aguiar (Tombé), Diretor de Estabelecimentos da Pluxee. “A prova disso é que 44% dos nossos usuários afirmam que gastariam menos sem o benefício e, para outros 12%, as compras típicas da data simplesmente não aconteceriam. Isso reforça o valor que entregamos não apenas para o bolso, mas para a cultura e o bem-estar do trabalhador”.
 

Vale-alimentação: o grande aliado da celebração
 

A pesquisa reforça o papel decisivo dos benefícios no orçamento da data, com 88% dos consumidores utilizando algum tipo de auxílio — como vale-alimentação, vale-refeição ou vale-presente. Para 36%, esses benefícios são a principal forma de pagamento, enquanto 39% os utilizam como complemento ao orçamento. Além disso, 25% afirmam que os benefícios ajudam a cobrir parte dos gastos, sendo combinados com outros meios de pagamento.
 

Quando o saldo do benefício não é suficiente, o cartão de crédito é a principal alternativa para 42% dos usuários na hora de complementar as compras, seguido pelo cartão de débito (26%) e pelo Pix (19%). O valor dessa complementação também é significativo: quase metade dos entrevistados (46%) estima gastar mais de R$ 200 do próprio bolso.
 

“Quando observamos essas dinâmicas de consumo, fica claro que o benefício também tem um impacto para além do trabalhador. Em um cenário de preços elevados, ele não só preserva o poder de compra, mas também fomenta um ecossistema virtuoso que envolve as famílias, as empresas e o comércio local”, finaliza Tombé.

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