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Dia da Tapioca: Dados Foodservice CREST/IFB

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No Dia da Tapioca, o IFB presta homenagem a um dos derivados mais amados da raiz: a tapioca. Leve, versátil e presente em diferentes momentos do dia, ela ocupa um papel importante no consumo alimentar fora do lar. Para entender melhor esse cenário, trazemos uma análise exclusiva baseada nos dados do CREST (Consumer Report on Eating Share Trends), referentes ao período de abril de 2024 a março de 2025 (YE Mar’25).

R$ 2 bilhões em consumo, mas com retração

Nos últimos 12 meses, a tapioca movimentou cerca de R$ 2 bilhões no foodservice brasileiro. Apesar da relevância, esse número representa uma queda de 18% em valor e 23% em número de transações em relação ao mesmo período do ano anterior (YE Mar’24).

Foram mais de 105 milhões de transações envolvendo tapioca nesse intervalo — sinal de que, mesmo com a retração, ela ainda mantém forte presença no hábito alimentar dos brasileiros.

Café da manhã: a principal ocasião de consumo

A ocasião de consumo mais relevante para a tapioca é o café da manhã, que concentra mais da metade das transações. Essa preferência mostra como a tapioca se consolidou como uma opção prática, saborosa e adaptável para começar o dia, seja em versões doces ou salgadas.

Perfil do consumidor

O público que mais consome tapioca no foodservice é composto principalmente por adultos entre 25 e 44 anos, que somam quase 60% das transações. Os homens lideram o consumo, com participação de 57% no total.

Entre os motivos mais citados para a escolha da tapioca estão “hábito” e “indulgência” — ela é consumida tanto por fazer parte da rotina quanto pelo prazer que proporciona em suas diversas formas de preparo.

Onde a tapioca é mais consumida?

O canal de maior destaque no consumo de tapioca são as padarias, que concentram boa parte das vendas. Contudo, ambulantes e supermercados/hipermercados também aparecem como pontos relevantes de oferta, indicando a versatilidade do produto e sua presença em diferentes formatos de operação.


A tapioca continua sendo um símbolo da culinária brasileira — saborosa, democrática e com grande potencial de inovação.

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