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Dia do Cachorro-Quente: dados de consumo no foodservice

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O dia 9 de setembro é dedicado a uma das comidas mais populares do mundo: o cachorro-quente. Muito além de um clássico das lanchonetes e dos ambulantes, esse sanduíche também ajuda a contar a história dos hábitos de consumo no foodservice brasileiro.

Segundo dados do CREST, o mercado de cachorro-quente movimentou aproximadamente R$ 3,3 bilhões no período de 12 meses encerrado em junho de 2025 (YE Jun’25). Apesar do valor expressivo, o consumo apresentou retração de 18% em comparação ao mesmo período do ano anterior (YE Jun’24).

Onde e quando se consome cachorro-quente

O levantamento mostra que foram realizadas mais de 190 milhões de transações no último ano — também uma queda de 18% frente ao período anterior.

A principal ocasião de consumo é o jantar, concentrando cerca de 60% das escolhas. Isso reforça o papel do cachorro-quente como uma opção prática e indulgente para a refeição noturna.

Em relação aos canais de compra, quase metade do consumo acontece em lanchonetes (26%) e com ambulantes (22%), evidenciando a força do produto tanto em ambientes mais estruturados quanto na venda de rua.

Quem consome mais

O consumo é bem distribuído entre diferentes idades, mas os jovens até 34 anos representam 63% das transações. Essa predominância mostra como o cachorro-quente segue relevante para um público que valoriza a conveniência, o preço acessível e a experiência de indulgência.

O que move o consumo

Dois fatores se destacam como drivers principais:

  • Conveniência, já que o cachorro-quente está disponível em diversos pontos de venda e é rápido de consumir.
  • Indulgência, pois trata-se de um alimento associado a prazer, sabor marcante e momentos de descontração.


Neste Dia do Cachorro-Quente, os números reforçam a importância desse ícone da culinária popular para o foodservice no Brasil. Mais do que uma refeição rápida, ele traduz hábitos, preferências e a busca constante por praticidade e sabor.



Sobre o IFB
O Instituto de Foodservice Brasil (IFB), fundado em 22 de agosto de 2013, une fornecedores, prestadores de serviços e operadores do setor de alimentação fora do lar. Focado em inteligência de mercado, o IFB fornece dados e informações estratégicas, promovendo a profissionalização do setor. Atua em áreas como racionalização tributária, eficiência da cadeia, transformação digital e ESG, consolidando-se como a principal autoridade do mercado.

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