Mais do que uma sobremesa refrescante, o sorvete ocupa um espaço afetivo e gastronômico relevante na culinária brasileira. Ele está presente em diferentes ocasiões de lazer, encontros sociais e momentos de indulgência, conectando gerações e acompanhando transformações nos hábitos alimentares.
No Dia do Sorvete, o IFB apresenta dados do CREST que ajudam a entender como esse produto se comporta dentro do foodservice no Brasil.
Um mercado bilionário, mas em retração
Nos últimos 12 meses até junho de 2025 (YE Jun’25), o foodservice movimentou aproximadamente R$ 10,8 bilhões em sorvetes, valor que representa uma queda de 4% em comparação com o mesmo período encerrado em junho de 2024. O volume também acompanhou essa tendência: foram cerca de 401 milhões de transações, 3% abaixo do ano anterior.
Quando o sorvete aparece no cardápio
O consumo é fortemente concentrado em dois momentos do dia:
- Lanche da Tarde (32%)
- Refeições Noturnas (35%)
Essas ocasiões somam 67% do total, mostrando que o sorvete vai além da sobremesa tradicional — ocupando espaço como snack e também como indulgência após o jantar.
Perfil do consumidor
Outro destaque está na faixa etária: cerca de 70% dos consumidores têm até 34 anos, reforçando o apelo do produto entre públicos mais jovens. Além disso, mais de 41% do consumo acontece em Não Empratados, ou seja, em formatos práticos e rápidos, como casquinhas, potes individuais e picolés.
Drivers de consumo: conveniência e indulgência
Os principais fatores que impulsionam a escolha do sorvete são a conveniência e a indulgência. Isso reforça a importância de formatos acessíveis, prontos para levar e que atendam ao desejo de um momento de prazer imediato.
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📊 O sorvete mantém relevância no foodservice brasileiro, mas os números indicam que há espaço para estratégias que reconectem o consumidor com esse produto tão versátil.
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Sobre o IFB
O Instituto de Foodservice Brasil (IFB), fundado em 22 de agosto de 2013, une fornecedores, prestadores de serviços e operadores do setor de alimentação fora do lar. Focado em inteligência de mercado, o IFB fornece dados e informações estratégicas, promovendo a profissionalização do setor. Atua em áreas como racionalização tributária, eficiência da cadeia, transformação digital e ESG, consolidando-se como a principal autoridade do mercado.







