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Consumo de carne bovina segue estável no Brasil

Wenderson Araujo

O consumo de carne bovina deve seguir firme na mesa dos brasileiros em 2026. É o que aponta uma pesquisa nacional encomendada pelo movimento “A Carne do Futuro é Animal” ao Instituto Qualibest e divulgada em matéria da CNN Brasil.

O levantamento, que ouviu 1.021 pessoas em todo o país, mostra que a maioria da população não pretende reduzir o consumo da proteína. Ao mesmo tempo, cresce a atenção a fatores como sustentabilidade, origem e qualidade do produto — um sinal claro de mudança no comportamento do consumidor.

De acordo com os dados, 63% dos brasileiros consomem carne bovina duas ou mais vezes por semana, enquanto 21% ingerem ao menos uma vez semanalmente. O estudo também aponta que praticamente não há rejeição ao produto, reforçando sua presença consolidada na dieta nacional.

O consumo está fortemente ligado ao ambiente doméstico, especialmente no almoço e em ocasiões de lazer, como churrascos. Na hora da compra, os supermercados lideram com 69% da preferência, seguidos pelos açougues.

Entre outras proteínas, a carne de frango aparece como a mais consumida com frequência, impulsionada por preço mais acessível e versatilidade. Já a carne suína ocupa uma posição intermediária, enquanto o consumo de peixes ainda é mais irregular, influenciado por fatores como preço e hábito alimentar.

Quando se olha para o futuro, o cenário é de estabilidade: 72% dos entrevistados pretendem manter o consumo atual de carne bovina nos próximos meses. Além disso, projeções da ABPA indicam crescimento na produção e no consumo de proteínas como frango e suínos em 2026.

Para o foodservice, os dados reforçam um ponto importante: a carne bovina segue relevante, mas o consumidor está mais exigente — especialmente em relação à procedência e às práticas sustentáveis.

Para ler a matéria completa, acesse o site da CNN Brasil.

Conteúdo adaptado pelo Portal Foodbiz.

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